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Pesquisa sobre formação de professores-pesquisadores é apresentada no SEQTS - Brasília
A pesquisa sobre a formação de professores-pesquisadores em Ciências e Matemática foi apresentada no V Simpósio Ibero-Americano de Epistemologia Qualitativa e Teoria da Subjetividade (SEQTS 2025), em Brasília. Os trabalhos discutem as potencialidades das narrativas autobiográficas, da Teoria da Subjetividade e da Epistemologia Qualitativa para compreender os desafios contemporâneos da docência e os processos de constituição do professor-pesquisador.
Comunicação MD
há 4 dias2 min de leitura
Quando um país decide ler: o novo Plano Nacional do Livro e Leitura
Quando um país decide investir em leitura durante uma década, está também investindo na capacidade de diálogo entre diferentes gerações, fortalecendo a preservação da memória coletiva e criando condições para que novas vozes encontrem espaço de expressão.
Everton Viesba
6 de jun.4 min de leitura
A escola precisa aprender com o comum
A escola precisa aprender com o comum convida à reflexão sobre o papel da educação diante dos saberes produzidos fora dos espaços formais. Inspirado em referências como Paulo Freire, Paul Singer e Boaventura de Sousa Santos, o texto discute como escolas podem se aproximar de comunidades, cooperativas, associações e territórios populares, reconhecendo a inteligência prática, a escuta e a participação coletiva como elementos formativos indispensáveis.
Washington Santos
16 de mai.3 min de leitura
Ouvir em 2x. Viver em 4x.
Entre física do trânsito, filosofia contemporânea e cotidiano digital, o texto discute como a obsessão pela velocidade afeta nossa capacidade de escutar e permanecer no mundo.
Everton Viesba
9 de mai.4 min de leitura
Famílias estão lendo pouco para os filhos
Ler para uma criança é uma forma de presença, enquanto as telas aceleram estímulos e dispersam a atenção, a leitura compartilhada exige pausa, escuta e vínculo.
Marilena Rosalen
9 de mai.3 min de leitura
Da estrada à pista de dança: 35 anos de Thelma & Louise
Entre o Grand Canyon e a pista de dança do Coachella, o texto revisita o impacto cultural de Thelma & Louise e discute como a liberdade feminina continua sendo disputada no imaginário contemporâneo.
Raphael Rosalen
2 de mai.4 min de leitura
MEC Livros: leituras possíveis
O MEC Livros surge como uma estante pública digital onde leitura, formação, circulação cultural e disputas de sentido passam a ocupar o mesmo espaço.
Everton Viesba
25 de abr.5 min de leitura
Ler sons, escutar imagens: a nova experiência do clássico
Escutar música clássica enquanto estuda, é um início; estar diante de uma orquestra é outra coisa. O intervalo entre esses dois momentos não deveria depender de renda, distância ou acaso.
Everton Viesba
11 de abr.5 min de leitura
A ditadura do algoritmo: 25 anos de Josie e as gatinhas
Tara Reid, Rachel Leigh Cook, e Rosario Dawson em Josie e as Gatinhas (2001). A imagem da banda em meio a logotipos de marcas reais ilustra a sátira central do filme sobre a mercantilização da cultura e a fabricação de tendências. Ao longo de 2025, investigamos nesta coluna a vertigem do presente — da cultura do imediato à invasão da inteligência artificial. Para 2026, propus que usássemos o cinema como régua para medir o quanto o mundo mudou. Em abril, o nosso retrovisor f
Raphael Rosalen
4 de abr.3 min de leitura
Mulheres não cabem só em março
Março termina, mas a violência contra mulheres permanece como estrutura cotidiana, não como exceção. Entre campanhas e visibilidade pontual, o desafio está no que se sustenta ao longo do ano. Silenciamentos, relações de poder e permissões sociais mantêm essa engrenagem ativa. Enfrentar essa realidade exige deslocamento, revisão constante e ação coletiva, capaz de romper com o que foi naturalizado e construir outras formas de convivência.
Everton Viesba
28 de mar.5 min de leitura
O século XXI talvez esteja desaprendendo a pensar
O percurso entre a dúvida e a resposta nunca foi neutro. Houve um tempo em que buscar implicava atravessar textos, comparar versões, desconfiar de certezas fáceis. Mesmo na internet inicial, ainda existia uma fricção que exigia do leitor algum esforço interpretativo. Hoje, esse intervalo começa a desaparecer. A resposta chega pronta, organizada, convincente, muitas vezes suficiente para encerrar a busca antes mesmo que o pensamento se instale.
Everton Viesba
14 de mar.4 min de leitura
A política da gargalhada: 30 anos de A Gaiola das Loucas
Em uma era que tantas vezes nos quer cínicos ou assustados, a história de Armand e Albert nos lembra que a alegria também é um ato de resistência. O humor abre portas que a raiva jamais conseguiria destrancar, e o riso, quando compartilhado, devolve à sociedade algo que ela parece estar perdendo: a capacidade de reconhecer humanidade no outro.
Raphael Rosalen
7 de mar.3 min de leitura
A escola precisa aprender a ouvir
Talvez esteja na hora de trocarmos uma pergunta antiga por outra mais urgente. Em vez de perguntarmos apenas o que ensinar, talvez devêssemos começar perguntando quem estamos deixando de ouvir. Porque uma comunidade só se constrói quando todas as vozes encontram espaço. E ouvir também é educar.
Washington Santos
7 de mar.2 min de leitura
A paz mundial começa no trocador de fraldas
Inspirado na abordagem de cuidado defendida por Emmi Pikler, o artigo discute como a construção de sociedades mais pacíficas inicia nos vínculos afetivos estabelecidos ainda na primeira infância. Ao relacionar educação, Didática e gestão de conflitos escolares, o texto evidencia que a cultura de paz se desenvolve por meio do diálogo, da empatia e das relações humanizadas que atravessam toda a trajetória educativa, do cuidado inicial às práticas em sala de aula.
Marilena Rosalen
28 de fev.4 min de leitura
Beethoven e a alegria que aprendemos antes de saber
Partindo da experiência vivida em concertos e da presença silenciosa da música clássica na cultura popular, o texto reflete sobre como aprendemos a sentir antes mesmo de compreender. A obra de Ludwig van Beethoven surge como símbolo de permanência em uma era marcada pela aceleração e pelo consumo imediato de emoções, lembrando que algumas experiências exigem tempo, escuta e presença para revelar sua verdadeira dimensão humana e coletiva.
Everton Viesba
28 de fev.4 min de leitura
Traiu ou não traiu?
Em meio à velocidade das redes sociais, uma pergunta atravessa gerações e reaparece com novas certezas: Capitu traiu ou não traiu? Inspirado no clássico de Machado de Assis, o artigo propõe uma reflexão sobre a substituição da leitura pela opinião rápida.
Everton Viesba
14 de fev.4 min de leitura
Olhos nos olhos: 35 anos de O Silêncio dos Inocentes
O terror mais profundo não é ser atacado no escuro, é encontrar alguém que consiga nos ver de forma crua e impiedosa sob a luz absoluta da verdade.
Raphael Rosalen
31 de jan.3 min de leitura
Faça o que eu digo. E falhe como eu falho
Talvez a pergunta mais importante não seja se somos incoerentes, afinal, somos, mas o que fazemos com isso? Fingimos coerência, ignoramos a nossa própria complexidade ou aprendemos a lidar com nossas contradições? A incoerência pode ser ponto de partida para amadurecimento ou álibi para permanência no erro.
Everton Viesba
31 de jan.4 min de leitura
A universidade como a conhecemos vai acabar, mas só com ampla reforma
É difícil esperar a necessária transformação quando o próprio Estado mantém mecanismos que imobilizam as instituições. Avançar exige mais do que reconhecer o problema. É indispensável que a educação deixe de ser política de governo e se torne, enfim, política de Estado, com autonomia universitária plena e compromisso real com a inovação.
Pedro Luiz Rosalen
28 de jan.2 min de leitura
Prêmio Destaque na Graduação - UNIFESP
Reconhecer a excelência na graduação é valorizar o conhecimento que nasce do compromisso, da pesquisa e da transformação social.
Comunicação MD
23 de jan.3 min de leitura
Ética do cuidado, trabalho e educação diante das mudanças climáticas
As mudanças climáticas deixaram de ser uma hipótese futura para se tornarem uma condição concreta do presente. Ondas de calor extremo, eventos climáticos intensos, crises hídricas e instabilidades ambientais impactam diretamente os modos de vida, os territórios e, de forma cada vez mais evidente, o mundo do trabalho. Pensar a proteção do meio ambiente do trabalho exige ampliar o olhar para além da legislação e da técnica, incorporando dimensões éticas, pedagógicas e políticas
Comunicação MD
21 de jan.2 min de leitura
Onde foram parar as histórias?
Onde foram parar as histórias que nos formaram? Em um tempo marcado pelo excesso de informações e pela escassez de escuta, este texto propõe uma reflexão sensível sobre memória, tradição oral, leitura e o papel das narrativas na construção de quem somos. Entre lembranças familiares, viagens às origens e a literatura infantil brasileira, o artigo convida o leitor a desacelerar e a reconhecer que contar histórias é, antes de tudo, um gesto de cuidado com o passado, o presente e
Everton Viesba
17 de jan.5 min de leitura
Contra a pressa, o encontro
Passamos o ano inteiro reclamando da falta de tempo. Falta tempo para ler, escrever, estar com quem gostamos, escutar com calma, pensar com profundidade. O curioso é que raramente nos perguntamos o que, de fato, fazemos com o tempo que temos. Porque tempo não é apenas medida. É escolha. É valor. É, sobretudo, relação. Há um tempo que não se conta em horas, mas em gestos, silêncios compartilhados e presenças que permanecem.
Everton Viesba
3 de jan.3 min de leitura
Leituras para o tempo das retrospectivas: o ano está acabando, que tal ler um livro?
Dezembro chega sem pedir licença e nos obriga a negociar com o tempo. Entre compromissos, visitas e listas inacabadas, surge uma pergunta essencial: o que é, afinal, descansar? Ler não interrompe o descanso, aprofunda. A leitura silencia ruídos, reorganiza pensamentos e devolve à mente o fôlego que o ano insiste em consumir. Ler, nesse intervalo entre festas, é uma pequena insubordinação elegante contra a pressa.
Everton Viesba
13 de dez. de 20255 min de leitura
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