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Congresso Internacional Movimentos Docentes acontece na semana do dia dos professores e é considerado o maior evento online da área
O VI Congresso Internacional Movimentos Docentes (CMD 2026) é destaque em matéria de capa do jornal O Democrata, em edição especial pelo Dia dos Professores. A reportagem apresenta a trajetória da Rede Internacional Movimentos Docentes, que já alcançou educadores em 115 países, e destaca a programação do Congresso, realizado de 14 a 16 de outubro, com debates sobre formação docente, inteligência artificial, sustentabilidade e os desafios da educação contemporânea.
Comunicação MD
10 de out.5 min de leitura
A vulnerabilidade socioambiental nas escolas periféricas diante da crise climática
A crise climática amplia desigualdades já presentes nas escolas públicas periféricas. Estruturas precárias, ausência de manutenção preventiva e falta de planejamento diante de eventos extremos colocam em risco estudantes e trabalhadores. O texto discute como infraestrutura escolar, justiça socioambiental, direito à educação e resiliência climática precisam integrar as políticas públicas educacionais.
Lúcia Beatriz Ott Ferreira
26 de set.5 min de leitura
O desafio de ensinar Ciências no atual momento da educação
Ensinar Ciências hoje exige muito mais do que transmitir conteúdos. Diante do excesso de informações, das transformações tecnológicas e das mudanças sociais, o professor assume o papel de mediador da formação. O texto defende a alfabetização científica, a perspectiva CTSA, o diálogo, a autonomia e a reflexão crítica como caminhos para uma educação capaz de formar sujeitos conscientes e atuantes. 25 O desafio de ensinar Ciência…
Lúcia Beatriz Ott Ferreira
12 de set.6 min de leitura
Formar professores é também cuidar
A formação docente não pode se limitar a currículo, metodologias, avaliação ou tecnologias. É preciso discutir também limites, escuta, sofrimento, relações humanas, condições de trabalho e cuidado. Formar professores é prepará-los para cuidar dos estudantes, de si mesmos, uns dos outros e para reconhecer quando também precisam ser cuidados.
Everton Viesba
12 de set.4 min de leitura
Professores colunistas de O Democrata são indicados ao Prêmio Destaque Educação Brasil 2026
Rede Internacional Movimentos Docentes, Marilena Rosalen e Everton Viesba concorrem em três categorias do Prêmio Destaque Educação Brasil 2026. Conheça as indicações, participe da votação e ajude a divulgar esse reconhecimento coletivo.
Comunicação MD
12 de set.5 min de leitura
30 Anos de Ligadas pelo Desejo: Que tiro foi esse?
Transformar os olhos da audiência numa arma em vez de numa gaiola.
Raphael Rosalen
29 de ago.5 min de leitura
O campo também é delas: cultura e a visibilidade no futebol feminino
É momento de celebrar com bandeirinhas, troca de figurinhas, reuniões entre amigos e familiares. A escola e a sala de aula são espaços ricos para plantar uma sementinha cultural e proporcionar novos diálogos, despertando curiosidades. Quem sabe daqui alguns anos essas crianças se lembrem de muros pintados com desenhos da seleção brasileira que retratem o campo de futebol como um espaço ocupado por elas.
Vanessa dos Santos Tavares
8 de ago.4 min de leitura
Do estádio à escola: uma leitura sobre a educação por trás do espetáculo
A Copa do Mundo termina no campo, mas continua na cultura. Entre música, esporte, memória, afeto e contradições, o espetáculo revela aprendizagens que também atravessam a escola e a sociedade.
Everton Viesba
25 de jul.5 min de leitura
Sei agora por que você chora: 35 anos de O Exterminador do Futuro 2
Há 35 anos, O Exterminador do Futuro 2 transformou um antigo vilão em herói e levou ao cinema questões que permanecem atuais: inteligência artificial, guerra nuclear, violência e humanidade. Enquanto Sarah Connor se torna fria em sua tentativa de salvar o futuro, o T-800 aprende sobre afeto, compaixão e sacrifício. O filme mostra que o maior perigo talvez não esteja nas máquinas, mas na tendência humana de agir como elas.
Raphael Rosalen
25 de jul.4 min de leitura
A escola em tempos líquidos
Vivemos em uma sociedade marcada pela pressa, pela instabilidade e por vínculos cada vez mais frágeis. Nesse cenário, a escola permanece como espaço de sentido, cuidado e transformação. Mais do que transmitir conteúdos, o professor ajuda os estudantes a compreender o mundo, pensar criticamente, conviver com as diferenças e construir caminhos coletivos. Em tempos líquidos, educar é oferecer chão sem impedir o movimento e cultivar vínculos que ajudem a vida a não se dissolver.
Washington Santos
18 de jul.4 min de leitura
Do BookTok ao banco da praça: a volta dos livros
Não se trata de voltar ao livro como objeto, mas de recuperar a experiência literária como encontro. Seja pela página, pela voz ou pela memória afetiva de um poema, a leitura parece reencontrar caminhos para tocar pessoas que, cansadas do excesso de informação, precisam ser tocadas por palavras.
Everton Viesba
4 de jul.4 min de leitura
As Máquinas Não Amam: 25 anos de A. I. - Inteligência Artificial
Em junho, revisitamos A.I. Inteligência Artificial, de Steven Spielberg, 25 anos depois de sua estreia. O filme, concebido a partir de um projeto de Stanley Kubrick, antecipa debates atuais sobre afeto, solidão e inteligência artificial. Uma reflexão sobre máquinas que simulam amor — e sobre o que nós perdemos quando essa simulação passa a bastar.
Raphael Rosalen
20 de jun.5 min de leitura
Quando um país decide ler: o novo Plano Nacional do Livro e Leitura
Quando um país decide investir em leitura durante uma década, está também investindo na capacidade de diálogo entre diferentes gerações, fortalecendo a preservação da memória coletiva e criando condições para que novas vozes encontrem espaço de expressão.
Everton Viesba
6 de jun.4 min de leitura
A escola precisa aprender com o comum
A escola precisa aprender com o comum convida à reflexão sobre o papel da educação diante dos saberes produzidos fora dos espaços formais. Inspirado em referências como Paulo Freire, Paul Singer e Boaventura de Sousa Santos, o texto discute como escolas podem se aproximar de comunidades, cooperativas, associações e territórios populares, reconhecendo a inteligência prática, a escuta e a participação coletiva como elementos formativos indispensáveis.
Washington Santos
16 de mai.3 min de leitura
Ouvir em 2x. Viver em 4x.
Entre física do trânsito, filosofia contemporânea e cotidiano digital, o texto discute como a obsessão pela velocidade afeta nossa capacidade de escutar e permanecer no mundo.
Everton Viesba
9 de mai.4 min de leitura
Famílias estão lendo pouco para os filhos
Ler para uma criança é uma forma de presença, enquanto as telas aceleram estímulos e dispersam a atenção, a leitura compartilhada exige pausa, escuta e vínculo.
Marilena Rosalen
9 de mai.3 min de leitura
Da estrada à pista de dança: 35 anos de Thelma & Louise
Entre o Grand Canyon e a pista de dança do Coachella, o texto revisita o impacto cultural de Thelma & Louise e discute como a liberdade feminina continua sendo disputada no imaginário contemporâneo.
Raphael Rosalen
2 de mai.4 min de leitura
MEC Livros: leituras possíveis
O MEC Livros surge como uma estante pública digital onde leitura, formação, circulação cultural e disputas de sentido passam a ocupar o mesmo espaço.
Everton Viesba
25 de abr.5 min de leitura
Ler sons, escutar imagens: a nova experiência do clássico
Escutar música clássica enquanto estuda, é um início; estar diante de uma orquestra é outra coisa. O intervalo entre esses dois momentos não deveria depender de renda, distância ou acaso.
Everton Viesba
11 de abr.5 min de leitura
A ditadura do algoritmo: 25 anos de Josie e as gatinhas
Tara Reid, Rachel Leigh Cook, e Rosario Dawson em Josie e as Gatinhas (2001). A imagem da banda em meio a logotipos de marcas reais ilustra a sátira central do filme sobre a mercantilização da cultura e a fabricação de tendências. Ao longo de 2025, investigamos nesta coluna a vertigem do presente — da cultura do imediato à invasão da inteligência artificial. Para 2026, propus que usássemos o cinema como régua para medir o quanto o mundo mudou. Em abril, o nosso retrovisor f
Raphael Rosalen
4 de abr.3 min de leitura
Mulheres não cabem só em março
Março termina, mas a violência contra mulheres permanece como estrutura cotidiana, não como exceção. Entre campanhas e visibilidade pontual, o desafio está no que se sustenta ao longo do ano. Silenciamentos, relações de poder e permissões sociais mantêm essa engrenagem ativa. Enfrentar essa realidade exige deslocamento, revisão constante e ação coletiva, capaz de romper com o que foi naturalizado e construir outras formas de convivência.
Everton Viesba
28 de mar.5 min de leitura
O século XXI talvez esteja desaprendendo a pensar
O percurso entre a dúvida e a resposta nunca foi neutro. Houve um tempo em que buscar implicava atravessar textos, comparar versões, desconfiar de certezas fáceis. Mesmo na internet inicial, ainda existia uma fricção que exigia do leitor algum esforço interpretativo. Hoje, esse intervalo começa a desaparecer. A resposta chega pronta, organizada, convincente, muitas vezes suficiente para encerrar a busca antes mesmo que o pensamento se instale.
Everton Viesba
14 de mar.4 min de leitura
A política da gargalhada: 30 anos de A Gaiola das Loucas
Em uma era que tantas vezes nos quer cínicos ou assustados, a história de Armand e Albert nos lembra que a alegria também é um ato de resistência. O humor abre portas que a raiva jamais conseguiria destrancar, e o riso, quando compartilhado, devolve à sociedade algo que ela parece estar perdendo: a capacidade de reconhecer humanidade no outro.
Raphael Rosalen
7 de mar.3 min de leitura
A escola precisa aprender a ouvir
Talvez esteja na hora de trocarmos uma pergunta antiga por outra mais urgente. Em vez de perguntarmos apenas o que ensinar, talvez devêssemos começar perguntando quem estamos deixando de ouvir. Porque uma comunidade só se constrói quando todas as vozes encontram espaço. E ouvir também é educar.
Washington Santos
7 de mar.2 min de leitura
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