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Ler sons, escutar imagens: a nova experiência do clássico
Escutar música clássica enquanto estuda, é um início; estar diante de uma orquestra é outra coisa. O intervalo entre esses dois momentos não deveria depender de renda, distância ou acaso.
Everton Viesba
11 de abr.5 min de leitura
A ditadura do algoritmo: 25 anos de Josie e as gatinhas
Tara Reid, Rachel Leigh Cook, e Rosario Dawson em Josie e as Gatinhas (2001). A imagem da banda em meio a logotipos de marcas reais ilustra a sátira central do filme sobre a mercantilização da cultura e a fabricação de tendências. Ao longo de 2025, investigamos nesta coluna a vertigem do presente — da cultura do imediato à invasão da inteligência artificial. Para 2026, propus que usássemos o cinema como régua para medir o quanto o mundo mudou. Em abril, o nosso retrovisor f
Raphael Rosalen
4 de abr.3 min de leitura
Mulheres não cabem só em março
Março termina, mas a violência contra mulheres permanece como estrutura cotidiana, não como exceção. Entre campanhas e visibilidade pontual, o desafio está no que se sustenta ao longo do ano. Silenciamentos, relações de poder e permissões sociais mantêm essa engrenagem ativa. Enfrentar essa realidade exige deslocamento, revisão constante e ação coletiva, capaz de romper com o que foi naturalizado e construir outras formas de convivência.
Everton Viesba
28 de mar.5 min de leitura
O século XXI talvez esteja desaprendendo a pensar
O percurso entre a dúvida e a resposta nunca foi neutro. Houve um tempo em que buscar implicava atravessar textos, comparar versões, desconfiar de certezas fáceis. Mesmo na internet inicial, ainda existia uma fricção que exigia do leitor algum esforço interpretativo. Hoje, esse intervalo começa a desaparecer. A resposta chega pronta, organizada, convincente, muitas vezes suficiente para encerrar a busca antes mesmo que o pensamento se instale.
Everton Viesba
14 de mar.4 min de leitura
A política da gargalhada: 30 anos de A Gaiola das Loucas
Em uma era que tantas vezes nos quer cínicos ou assustados, a história de Armand e Albert nos lembra que a alegria também é um ato de resistência. O humor abre portas que a raiva jamais conseguiria destrancar, e o riso, quando compartilhado, devolve à sociedade algo que ela parece estar perdendo: a capacidade de reconhecer humanidade no outro.
Raphael Rosalen
7 de mar.3 min de leitura
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