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A política da gargalhada: 30 anos de A Gaiola das Loucas
Em uma era que tantas vezes nos quer cínicos ou assustados, a história de Armand e Albert nos lembra que a alegria também é um ato de resistência. O humor abre portas que a raiva jamais conseguiria destrancar, e o riso, quando compartilhado, devolve à sociedade algo que ela parece estar perdendo: a capacidade de reconhecer humanidade no outro.
Raphael Rosalen
há 6 dias3 min de leitura
A escola precisa aprender a ouvir
Talvez esteja na hora de trocarmos uma pergunta antiga por outra mais urgente. Em vez de perguntarmos apenas o que ensinar, talvez devêssemos começar perguntando quem estamos deixando de ouvir. Porque uma comunidade só se constrói quando todas as vozes encontram espaço. E ouvir também é educar.
Washington Santos
há 6 dias2 min de leitura
A paz mundial começa no trocador de fraldas
Inspirado na abordagem de cuidado defendida por Emmi Pikler, o artigo discute como a construção de sociedades mais pacíficas inicia nos vínculos afetivos estabelecidos ainda na primeira infância. Ao relacionar educação, Didática e gestão de conflitos escolares, o texto evidencia que a cultura de paz se desenvolve por meio do diálogo, da empatia e das relações humanizadas que atravessam toda a trajetória educativa, do cuidado inicial às práticas em sala de aula.
Marilena Rosalen
28 de fev.4 min de leitura
Beethoven e a alegria que aprendemos antes de saber
Partindo da experiência vivida em concertos e da presença silenciosa da música clássica na cultura popular, o texto reflete sobre como aprendemos a sentir antes mesmo de compreender. A obra de Ludwig van Beethoven surge como símbolo de permanência em uma era marcada pela aceleração e pelo consumo imediato de emoções, lembrando que algumas experiências exigem tempo, escuta e presença para revelar sua verdadeira dimensão humana e coletiva.
Everton Viesba
28 de fev.4 min de leitura
Traiu ou não traiu?
Em meio à velocidade das redes sociais, uma pergunta atravessa gerações e reaparece com novas certezas: Capitu traiu ou não traiu? Inspirado no clássico de Machado de Assis, o artigo propõe uma reflexão sobre a substituição da leitura pela opinião rápida.
Everton Viesba
14 de fev.4 min de leitura
Olhos nos olhos: 35 anos de O Silêncio dos Inocentes
O terror mais profundo não é ser atacado no escuro, é encontrar alguém que consiga nos ver de forma crua e impiedosa sob a luz absoluta da verdade.
Raphael Rosalen
31 de jan.3 min de leitura
Faça o que eu digo. E falhe como eu falho
Talvez a pergunta mais importante não seja se somos incoerentes, afinal, somos, mas o que fazemos com isso? Fingimos coerência, ignoramos a nossa própria complexidade ou aprendemos a lidar com nossas contradições? A incoerência pode ser ponto de partida para amadurecimento ou álibi para permanência no erro.
Everton Viesba
31 de jan.4 min de leitura
Onde foram parar as histórias?
Onde foram parar as histórias que nos formaram? Em um tempo marcado pelo excesso de informações e pela escassez de escuta, este texto propõe uma reflexão sensível sobre memória, tradição oral, leitura e o papel das narrativas na construção de quem somos. Entre lembranças familiares, viagens às origens e a literatura infantil brasileira, o artigo convida o leitor a desacelerar e a reconhecer que contar histórias é, antes de tudo, um gesto de cuidado com o passado, o presente e
Everton Viesba
17 de jan.5 min de leitura
Contra a pressa, o encontro
Passamos o ano inteiro reclamando da falta de tempo. Falta tempo para ler, escrever, estar com quem gostamos, escutar com calma, pensar com profundidade. O curioso é que raramente nos perguntamos o que, de fato, fazemos com o tempo que temos. Porque tempo não é apenas medida. É escolha. É valor. É, sobretudo, relação. Há um tempo que não se conta em horas, mas em gestos, silêncios compartilhados e presenças que permanecem.
Everton Viesba
3 de jan.3 min de leitura
Leituras para o tempo das retrospectivas: o ano está acabando, que tal ler um livro?
Dezembro chega sem pedir licença e nos obriga a negociar com o tempo. Entre compromissos, visitas e listas inacabadas, surge uma pergunta essencial: o que é, afinal, descansar? Ler não interrompe o descanso, aprofunda. A leitura silencia ruídos, reorganiza pensamentos e devolve à mente o fôlego que o ano insiste em consumir. Ler, nesse intervalo entre festas, é uma pequena insubordinação elegante contra a pressa.
Everton Viesba
13 de dez. de 20255 min de leitura
A nova magreza de Hollywood: O que Wicked revela sobre o corpo-padrão atual
A nova magreza que domina Hollywood, evidenciada no lançamento de Wicked: Parte 2, recoloca no centro do debate um corpo-padrão que se disfarça de bem-estar, disciplina e estética “clean”, mas retoma antigos padrões de privação. O fascínio pelas transformações corporais de figuras como Ariana Grande, Cynthia Erivo e Michelle Yeoh revela um mercado que reapresenta a “heroin chic” sob uma roupagem biohackeada.
Raphael Rosalen
29 de nov. de 20253 min de leitura
O apagão de atenção: dos jovens aos adultos e idosos, quem aí lembra do que jantou ontem?
O apagão de atenção não é mais um problema “dos jovens”. Ele atravessa gerações inteiras e redefine a forma como lemos, ouvimos e experienciamos o mundo.
Everton Viesba
29 de nov. de 20254 min de leitura
O Curupira e a Cúpula dos Homens
Na COP30, entre drones, discursos e promessas, o Curupira lembrava o essencial: a floresta fala. Fala em raiz, em silêncio, em memória. E só haverá futuro quando aprendermos a ouvir os territórios vivos que sustentam tudo o que ainda pode ser esperança.
Everton Viesba
15 de nov. de 20253 min de leitura
O silêncio das balas: lições que a escola deixou de ensinar
A violência que se repete, dia após dia, revela o que deixamos de enfrentar: desigualdade, ausência do Estado e uma educação que ainda não consegue dialogar com as realidades que moldam a vida nas comunidades. Cada morte convertida em número expõe uma falha coletiva. Precisamos recuperar a palavra para não naturalizar o silêncio das balas — e reafirmar a educação como caminho de coragem, pertencimento e futuro.
Everton Viesba
1 de nov. de 20254 min de leitura
Dia dos Professores: Partilha, Colaboração e (Trans)Formação de Professores
O CMD 2025 escolheu partilhar e colaborar para que a formação não seja ritual de horas, mas exercício de mundos. A pressa produz barulho. O compasso produz sentido.
Everton Viesba
18 de out. de 20254 min de leitura
Censura Não é Cura: Apple adia estreia de A Especialista e reabre discussões sobre violência e censura
A Apple adiou sem explicações a estreia da série A Especialista, com Jessica Chastain, reacendendo debates sobre censura, representação da violência e controle das narrativas. Inspirada em fatos reais, a trama revela o desconforto diante de uma sociedade moldada por algoritmos e imagens. O artigo analisa como o medo do reconhecimento pode ser mais perigoso que as próprias histórias contadas.
Raphael Rosalen
4 de out. de 20253 min de leitura
Educar é verbo coletivo: para que serve um professor?
Neste artigo, Professor Everton Viesba reflete sobre o sentido de ser professor em tempos de crises e hiperconexão. A partir da pergunta “para que serve um professor?”, resgata a trajetória da docência no Brasil, denuncia o apagamento da profissão e aponta a urgência de se pensar a educação como ato coletivo, político e amoroso. Ensinar é mais que transmitir: é criar mundos possíveis — com escuta, cuidado e coragem.
Everton Viesba
4 de out. de 20255 min de leitura
Ensino superior tem mais alunos em cursos de graduação a distância que em presenciais pela primeira vez
Pela primeira vez na história do Brasil, mais da metade dos alunos do Ensino Superior estão matriculados em cursos a distância — 50,75%. Esse marco, revelado pelo Censo 2024 do INEP/MEC, reflete uma transformação profunda no cenário educacional, impulsionada por flexibilidade, acessibilidade e novos formatos de aprendizagem.
Marilena Rosalen
27 de set. de 20254 min de leitura
Quando não se lê o mundo: livros fechados, telas acesas
Não basta ler que Eva viu a uva. É urgente entender o contexto em que Eva está inserida, porque a uva estava ali, quiçá, quem a produziu. Sem entender o contexto e aprofundar a reflexão crítica, a leitura não passa de um exercício vazio, incapaz de revelar as engrenagens do mundo.
Everton Viesba
20 de set. de 20254 min de leitura
As máquinas não mandam em mim
O que nos torna humanos não é apenas pensar, mas viver a consciência de que somos mortais. É criar, amar, errar, sonhar e deixar rastros que nenhuma máquina jamais poderá simular.
Raphael Rosalen
13 de set. de 20252 min de leitura
Veríssimo e a gestão de expectativas — a medida do viver é aprender a calibrar
A vida é uma fábrica de expectativas: movida por desejos, marcada por frustrações e sustentada pela arte de equilibrar o que se espera e o que se vive. Nesta coluna, Prof. Everton Viesba relembra a ironia poética de Luis Fernando Veríssimo e nos convida a refletir sobre como calibrar expectativas é, também, aprender a lidar com as emoções que nos humanizam.
Everton Viesba
6 de set. de 20256 min de leitura
A família e o brincar, qual é o seu lugar?
A família e o brincar devem ter lugar diário na vida das crianças. Quando isso não é possível, que seja ao menos nos finais de semana.
Mariana Nascimento Sá e Vanessa dos Santos Tavares
30 de ago. de 20254 min de leitura
Entre arte e ciência: lições de educação com Leonardo Da Vinci
Leonardo pode ser lido como um educador. Não porque tenha dado aulas formais, mas porque encarnou uma espécie de ‘pedagogia da curiosidade’. Sua vida inteira foi uma pesquisa interminável, onde cada descoberta abria uma nova pergunta. Não é isso que a educação deveria ser?
Everton Viesba
23 de ago. de 20256 min de leitura
Do morango do amor à adultização: crianças não são miniadultos!
O excesso de exposição nas redes sociais é apenas mais uma reflexão a ser promovida dentro da nova configuração social em que estamos inseridos, onde os palcos, as encenações, os likes e as dancinhas parecem mais instigantes do que afirmar: criança tem que ser criança.
Lara Santana
16 de ago. de 20255 min de leitura
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