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30 Anos de Ligadas pelo Desejo: Que tiro foi esse?
Transformar os olhos da audiência numa arma em vez de numa gaiola.
Raphael Rosalen
29 de ago.5 min de leitura
Sei agora por que você chora: 35 anos de O Exterminador do Futuro 2
Há 35 anos, O Exterminador do Futuro 2 transformou um antigo vilão em herói e levou ao cinema questões que permanecem atuais: inteligência artificial, guerra nuclear, violência e humanidade. Enquanto Sarah Connor se torna fria em sua tentativa de salvar o futuro, o T-800 aprende sobre afeto, compaixão e sacrifício. O filme mostra que o maior perigo talvez não esteja nas máquinas, mas na tendência humana de agir como elas.
Raphael Rosalen
25 de jul.4 min de leitura
As Máquinas Não Amam: 25 anos de A. I. - Inteligência Artificial
Em junho, revisitamos A.I. Inteligência Artificial, de Steven Spielberg, 25 anos depois de sua estreia. O filme, concebido a partir de um projeto de Stanley Kubrick, antecipa debates atuais sobre afeto, solidão e inteligência artificial. Uma reflexão sobre máquinas que simulam amor — e sobre o que nós perdemos quando essa simulação passa a bastar.
Raphael Rosalen
20 de jun.5 min de leitura
Da estrada à pista de dança: 35 anos de Thelma & Louise
Entre o Grand Canyon e a pista de dança do Coachella, o texto revisita o impacto cultural de Thelma & Louise e discute como a liberdade feminina continua sendo disputada no imaginário contemporâneo.
Raphael Rosalen
2 de mai.4 min de leitura
A política da gargalhada: 30 anos de A Gaiola das Loucas
Em uma era que tantas vezes nos quer cínicos ou assustados, a história de Armand e Albert nos lembra que a alegria também é um ato de resistência. O humor abre portas que a raiva jamais conseguiria destrancar, e o riso, quando compartilhado, devolve à sociedade algo que ela parece estar perdendo: a capacidade de reconhecer humanidade no outro.
Raphael Rosalen
7 de mar.3 min de leitura
Olhos nos olhos: 35 anos de O Silêncio dos Inocentes
O terror mais profundo não é ser atacado no escuro, é encontrar alguém que consiga nos ver de forma crua e impiedosa sob a luz absoluta da verdade.
Raphael Rosalen
31 de jan.3 min de leitura
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