top of page
.png)
Sei agora por que você chora: 35 anos de O Exterminador do Futuro 2
Há 35 anos, O Exterminador do Futuro 2 transformou um antigo vilão em herói e levou ao cinema questões que permanecem atuais: inteligência artificial, guerra nuclear, violência e humanidade. Enquanto Sarah Connor se torna fria em sua tentativa de salvar o futuro, o T-800 aprende sobre afeto, compaixão e sacrifício. O filme mostra que o maior perigo talvez não esteja nas máquinas, mas na tendência humana de agir como elas.
Raphael Rosalen
25 de jul.4 min de leitura
As Máquinas Não Amam: 25 anos de A. I. - Inteligência Artificial
Em junho, revisitamos A.I. Inteligência Artificial, de Steven Spielberg, 25 anos depois de sua estreia. O filme, concebido a partir de um projeto de Stanley Kubrick, antecipa debates atuais sobre afeto, solidão e inteligência artificial. Uma reflexão sobre máquinas que simulam amor — e sobre o que nós perdemos quando essa simulação passa a bastar.
Raphael Rosalen
20 de jun.5 min de leitura
O século XXI talvez esteja desaprendendo a pensar
O percurso entre a dúvida e a resposta nunca foi neutro. Houve um tempo em que buscar implicava atravessar textos, comparar versões, desconfiar de certezas fáceis. Mesmo na internet inicial, ainda existia uma fricção que exigia do leitor algum esforço interpretativo. Hoje, esse intervalo começa a desaparecer. A resposta chega pronta, organizada, convincente, muitas vezes suficiente para encerrar a busca antes mesmo que o pensamento se instale.
Everton Viesba
14 de mar.4 min de leitura
As máquinas não mandam em mim
O que nos torna humanos não é apenas pensar, mas viver a consciência de que somos mortais. É criar, amar, errar, sonhar e deixar rastros que nenhuma máquina jamais poderá simular.
Raphael Rosalen
13 de set. de 20252 min de leitura
bottom of page