top of page
.png)
O século XXI talvez esteja desaprendendo a pensar
O percurso entre a dúvida e a resposta nunca foi neutro. Houve um tempo em que buscar implicava atravessar textos, comparar versões, desconfiar de certezas fáceis. Mesmo na internet inicial, ainda existia uma fricção que exigia do leitor algum esforço interpretativo. Hoje, esse intervalo começa a desaparecer. A resposta chega pronta, organizada, convincente, muitas vezes suficiente para encerrar a busca antes mesmo que o pensamento se instale.
Everton Viesba
14 de mar.4 min de leitura
Traiu ou não traiu?
Em meio à velocidade das redes sociais, uma pergunta atravessa gerações e reaparece com novas certezas: Capitu traiu ou não traiu? Inspirado no clássico de Machado de Assis, o artigo propõe uma reflexão sobre a substituição da leitura pela opinião rápida.
Everton Viesba
14 de fev.4 min de leitura
Quando não se lê o mundo: livros fechados, telas acesas
Não basta ler que Eva viu a uva. É urgente entender o contexto em que Eva está inserida, porque a uva estava ali, quiçá, quem a produziu. Sem entender o contexto e aprofundar a reflexão crítica, a leitura não passa de um exercício vazio, incapaz de revelar as engrenagens do mundo.
Everton Viesba
20 de set. de 20254 min de leitura


A maçã de Newton e os perigos de ensinar ciência com mitos
Contar a história da maçã de Newton como verdade pode parecer inofensivo, mas reforça a ideia equivocada de que a ciência nasce de lampejos geniais e não de esforço contínuo. Isso distorce a compreensão dos estudantes sobre o fazer científico, que é coletivo, crítico e gradual. A ciência não brota de mitos. Ela floresce no terreno firme da dúvida, da curiosidade e da persistência.
John Lucas Alves Fernandes da Silva
12 de jul. de 20253 min de leitura
bottom of page