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Sei agora por que você chora: 35 anos de O Exterminador do Futuro 2
Há 35 anos, O Exterminador do Futuro 2 transformou um antigo vilão em herói e levou ao cinema questões que permanecem atuais: inteligência artificial, guerra nuclear, violência e humanidade. Enquanto Sarah Connor se torna fria em sua tentativa de salvar o futuro, o T-800 aprende sobre afeto, compaixão e sacrifício. O filme mostra que o maior perigo talvez não esteja nas máquinas, mas na tendência humana de agir como elas.
Raphael Rosalen
25 de jul.4 min de leitura
Da estrada à pista de dança: 35 anos de Thelma & Louise
Entre o Grand Canyon e a pista de dança do Coachella, o texto revisita o impacto cultural de Thelma & Louise e discute como a liberdade feminina continua sendo disputada no imaginário contemporâneo.
Raphael Rosalen
2 de mai.4 min de leitura
A ditadura do algoritmo: 25 anos de Josie e as gatinhas
Tara Reid, Rachel Leigh Cook, e Rosario Dawson em Josie e as Gatinhas (2001). A imagem da banda em meio a logotipos de marcas reais ilustra a sátira central do filme sobre a mercantilização da cultura e a fabricação de tendências. Ao longo de 2025, investigamos nesta coluna a vertigem do presente — da cultura do imediato à invasão da inteligência artificial. Para 2026, propus que usássemos o cinema como régua para medir o quanto o mundo mudou. Em abril, o nosso retrovisor f
Raphael Rosalen
4 de abr.3 min de leitura
A política da gargalhada: 30 anos de A Gaiola das Loucas
Em uma era que tantas vezes nos quer cínicos ou assustados, a história de Armand e Albert nos lembra que a alegria também é um ato de resistência. O humor abre portas que a raiva jamais conseguiria destrancar, e o riso, quando compartilhado, devolve à sociedade algo que ela parece estar perdendo: a capacidade de reconhecer humanidade no outro.
Raphael Rosalen
7 de mar.3 min de leitura
A nova magreza de Hollywood: O que Wicked revela sobre o corpo-padrão atual
A nova magreza que domina Hollywood, evidenciada no lançamento de Wicked: Parte 2, recoloca no centro do debate um corpo-padrão que se disfarça de bem-estar, disciplina e estética “clean”, mas retoma antigos padrões de privação. O fascínio pelas transformações corporais de figuras como Ariana Grande, Cynthia Erivo e Michelle Yeoh revela um mercado que reapresenta a “heroin chic” sob uma roupagem biohackeada.
Raphael Rosalen
29 de nov. de 20253 min de leitura
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