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A escola em tempos líquidos
Vivemos em uma sociedade marcada pela pressa, pela instabilidade e por vínculos cada vez mais frágeis. Nesse cenário, a escola permanece como espaço de sentido, cuidado e transformação. Mais do que transmitir conteúdos, o professor ajuda os estudantes a compreender o mundo, pensar criticamente, conviver com as diferenças e construir caminhos coletivos. Em tempos líquidos, educar é oferecer chão sem impedir o movimento e cultivar vínculos que ajudem a vida a não se dissolver.
Washington Santos
18 de jul.4 min de leitura
Quando um país decide ler: o novo Plano Nacional do Livro e Leitura
Quando um país decide investir em leitura durante uma década, está também investindo na capacidade de diálogo entre diferentes gerações, fortalecendo a preservação da memória coletiva e criando condições para que novas vozes encontrem espaço de expressão.
Everton Viesba
6 de jun.4 min de leitura
A escola precisa aprender com o comum
A escola precisa aprender com o comum convida à reflexão sobre o papel da educação diante dos saberes produzidos fora dos espaços formais. Inspirado em referências como Paulo Freire, Paul Singer e Boaventura de Sousa Santos, o texto discute como escolas podem se aproximar de comunidades, cooperativas, associações e territórios populares, reconhecendo a inteligência prática, a escuta e a participação coletiva como elementos formativos indispensáveis.
Washington Santos
16 de mai.3 min de leitura
O silêncio das balas: lições que a escola deixou de ensinar
A violência que se repete, dia após dia, revela o que deixamos de enfrentar: desigualdade, ausência do Estado e uma educação que ainda não consegue dialogar com as realidades que moldam a vida nas comunidades. Cada morte convertida em número expõe uma falha coletiva. Precisamos recuperar a palavra para não naturalizar o silêncio das balas — e reafirmar a educação como caminho de coragem, pertencimento e futuro.
Everton Viesba
1 de nov. de 20254 min de leitura
Quando não se lê o mundo: livros fechados, telas acesas
Não basta ler que Eva viu a uva. É urgente entender o contexto em que Eva está inserida, porque a uva estava ali, quiçá, quem a produziu. Sem entender o contexto e aprofundar a reflexão crítica, a leitura não passa de um exercício vazio, incapaz de revelar as engrenagens do mundo.
Everton Viesba
20 de set. de 20254 min de leitura
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