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Mulheres não cabem só em março
Março termina, mas a violência contra mulheres permanece como estrutura cotidiana, não como exceção. Entre campanhas e visibilidade pontual, o desafio está no que se sustenta ao longo do ano. Silenciamentos, relações de poder e permissões sociais mantêm essa engrenagem ativa. Enfrentar essa realidade exige deslocamento, revisão constante e ação coletiva, capaz de romper com o que foi naturalizado e construir outras formas de convivência.
Everton Viesba
28 de mar.5 min de leitura
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