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Faça o que eu digo. E falhe como eu falho
Talvez a pergunta mais importante não seja se somos incoerentes, afinal, somos, mas o que fazemos com isso? Fingimos coerência, ignoramos a nossa própria complexidade ou aprendemos a lidar com nossas contradições? A incoerência pode ser ponto de partida para amadurecimento ou álibi para permanência no erro.
Everton Viesba
31 de jan.4 min de leitura
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